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"O único motivo para possuir alguma coisa é poder dá-la
Thoreau
10/04/2018

Segundo turno presidencial pode ter candidato com baixo índice de votos

O "fator Lula" continua a influenciar os rumos da corrida pela presidência da República mesmo após a prisão do ex-presidente no último sábado. Na avaliação de lideranças de partidos à direita e à esquerda, as indefinições que pairam sobre o caso do petista, como por exemplo se ele vai ou não continuar preso, contribuem para deixar o cenário completamente em aberto e aumentam as chances de postulantes com intenções de votos não muito altas. Por isso, no momento, pelo menos 15 concorrentes já anunciaram sua intenção de entrar na disputa e cumprem agendas neste sentido.

A leitura feita nos comandos partidários é matemática. Eles entendem que, por si só, os níveis de insatisfação e intolerância que caracterizam o atual momento no país apontam a tendência de um expressivo número de abstenções e de votos brancos e nulos. Combinado a isso, o alto risco de Lula ter a candidatura impugnada e não conseguir transferir seu potencial eleitoral para um substituto, mesmo indicando-o bem próximo da eleição, pode fazer com que um candidato com intenção de votos na faixa dos 10% acabe no segundo turno.

No segundo turno das eleições municipais de 2016, o prefeito licenciado de São Paulo, João Dória (PSDB), e o prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior (PSDB), venceram com número de votos inferiores à soma de brancos, nulos e abstenções. E, de 2016 para cá, a insatisfação do eleitorado cresceu.

Para o coordenador do Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais da PUCRS, professor Rafael Madeira, o contexto de desarticulação política e de recorrentes "fraturas institucionais" propicia o cenário de extrema imprevisibilidade e da proliferação de candidatos. "A percepção de que há um espaço ou de que ele não será ocupado permite isso. O desgaste hoje faz com que se projete um grande número de abstenções, brancos e nulos, mas é importante mapeá-los porque tanto podem vir de eleitores muito despolitizados como de eleitores altamente politizados. Eles não dependem de um conjunto fixo, ou seja, podem ser alterados", alerta.

"O quadro todo é muito volátil, não há certeza como nos outros anos, então este tipo de cenário é razoável. Hoje, é fato que existe uma tendência de elevação de votos brancos e nulos na comparação com as duas últimas eleições. Mas, dentro desta lógica, também sempre pode ocorrer alteração. Por exemplo: um dos candidatos pode vir a empolgar parcela significativa da população. E ainda não está claro o impacto da diminuição de recursos nas campanhas porque essa última devassa em empresas vai fazer com que desapareça muito dinheiro de caixa 2", resume o coordenador do Grupo de Trabalho Comportamento e Instituições Políticas do Centro de Estudos Internacionais de Governo (CEGOV) da Ufrgs, professor Luis Gustavo Grohmann.

A situação só aumenta a pressão sobre o Supremo Tribunal Federal (STF). "A questão da definição sobre a prisão em segunda instância é fundamental não só para o PT, mas para todos os partidos porque, abertamente ou não, vai implicar em mudança de estratégia", garante Grohmann.

Fonte: CP
 
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